QR code ja utilizado no Japão simplifica o trabalho de acessar paginas via celular eles estao em revistas, jornais , home pages nas ruas

mais informações:http://www.malcolmhall.com/?p=83
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J-HOP invade Roppongi
Cidade estrelada
por Mari Hirata
A notícia caiu como bomba no mundo gastronômico. O famoso guia "Michelin" deu mais estrelas aos restaurantes da cidade de Tóquio do que aos de Paris, Londres ou Nova York.
Mas, para os gastrônomos viajados, a noticia é velha. Tóquio é, sem dúvida, a cidade onde se encontram os melhores restaurantes do mundo.
Tudo tem a ver com o espirito japonês: 1) gostar de comer fora e fazer da comida um grande prazer; 2) exigir o autêntico e apreciar o trabalho bem executado nos mínimos detalhes; 3) ser aberto a todas as cozinhas e tendências; 4) ter ao alcance os melhores produtos do mundo. Pronto. Está posta a mesa com todos os ingredientes necessários para o surgimento de uma grande capital gastronômica.
Tóquio tem cerca de 200 mil restaurantes, e apenas cinco inspetores (três franceses e dois japoneses) do "Michelin" percorreram, em 18 meses, 1.500 estabelecimentos. Resultado: foram distribuídas 191 estrelas, bem acima das 65 conferidas aos restaurantes de Paris (no saldo final de Tóquio, oito restaurantes ganharam três estrelas, 25 receberam duas estrelas e 117 estabelecimentos foram avaliados com uma estrela).
Pelo reduzido número de inspetores -sendo que os três franceses não moravam em Tóquio e tiveram pouco tempo para percorrer a gigantesca capital-, pode-se entender por que a japonesada reclamou e continua reclamando dos critérios de distribuição de estrelas.
O mundo precisa entender que os japoneses gostam de se especializar; logo, ao perguntar qual o restaurante preferido de um japonês ele certamente vai responder "do quê?" Porque aqui não se mistura tempura com sushi nem comida chinesa com francesa.
Muitos dos melhores restaurantes que conheço em Tóquio têm só oito lugares no balcão. Esses não teriam muito interesse em constar de um guia que vai fazê-los passar mais tempo atendendo ao telefone para reservas do que eles teriam capacidade de receber. Assim, vários recusaram as estrelas e a citação no guia.
Tomando como exemplo um restaurante que ganhou três estrelas, o Sukiyabashi Jiro (de sushi), meu comentário pessoal é: não é o mais gostoso, nem o mais caro (apesar de uma refeição custar mais de U$ 300), nem o mais bonito (pelo contrário) e o serviço é daqueles ideais para masoquistas. Sem falar que não tem banheiro e fica no subsolo do lado da entrada do metrô.
Mas, confesso, eu também fui fã do Jiro san. Achava o máximo ser maltratada e ir ganhando aos poucos (e pagando muito por) sua simpatia. Hoje, depois de décadas de Tóquio, descobri que podemos comer melhor sendo bem tratados, em lugares confortáveis e pagando menos.
Claro que esse exemplo não desmerece o trabalho fantástico que fazem Jiro san e todos os outros cozinheiros estrelados pelo "Michelin". E, apesar da reclamação geral, isso não impediu o guia de vender sua primeira tiragem com 90 mil exemplares em 24 horas e hoje só estar disponível em leilões na internet.
http://www1.folha.uol.com.br/revista/rf1612200704.htm
Como sempre na correria ... correndo atras de advogados, contatos com empresas afinal no podemos deixar que um delinquente ladrao ( Gabriel ) e um maconheiro ( Guto ) se saim bem dessa ... ta certo estao no Brasil que eh uma merda afinal onde mais se podera achar figurinhas estupidas como essas ... mas agora que nao entro mais naquela merda me sobra tempo.
A ciência contra Deus
Corajoso e furibundo, "Deus, um Delírio", de Richard Dawkins, traz forte argumentação em favor do ateísmo, critica a irracionalidade e diz que religiões são nocivas ao bem-estar humano
No livro, cientista britânico utiliza argumentos evolucionistas e considera a existência de Deus uma grande improbabilidade
MARCELO COELHO
COLUNISTA DA FOLHA
Sacerdotes e cientistas mantiveram, durante um bom tempo, certas normas de convivência pacífica: salvo as exceções mais radicais, um não se metia com os assuntos do outro. Hipocrisia, afirma o biólogo Richard Dawkins no corajoso e furibundo "Deus, um Delírio".
Dawkins inicia sua forte argumentação em favor do ateísmo assinalando que a maior parte dos cientistas, inclusive o físico alemão Albert Einstein (1879-1955), cuidava de fazer vagas profissões de fé deístas apenas para não chocar os espíritos religiosos. Acreditar num "Deus que não joga dados", como formulado na famosa frase de Einstein, equivale muito mais a confiar nas regularidades das leis da natureza do que a afirmar qualquer coisa próxima de uma religião.
Acontece que os esforços no sentido de separar ciência e fé, Estado laico e convicção religiosa, foram sendo solapados ultimamente. Nos Estados Unidos, ganha especial virulência a campanha contra o darwinismo, levada por fundamentalistas bíblicos e adeptos da teoria do design inteligente.
Entre os muçulmanos, quaisquer críticas à religião encontram as respostas que se conhecem -e Dawkins faz um relato aterrorizante das reações suscitadas, mesmo entre grupos não-fundamentalistas, pelas célebres charges sobre Maomé inicialmente publicadas por um jornal dinamarquês. Do lado católico, o papa Bento 16 está longe de se mostrar tímido e conformado com o papel da razão iluminista nas sociedades ocidentais.
Verdade que o próprio darwinismo procura conquistar novas áreas de influência, seja na prática (com o desenvolvimento das pesquisas sobre o genoma), seja na teoria (descobrindo razões biológicas para muito do que se acreditava pertencer à ordem da psicanálise ou da cultura).
Grito de guerra
O livro de Dawkins surge nesse contexto como uma espécie de grito de guerra, de chamado à mobilização geral. Basta, diz ele, de respeitar um conjunto de crenças que não é apenas improvável, como profundamente tolo e nocivo ao bem-estar humano. Basta de "respeitar" a irracionalidade alheia. Os ateus esconderam-se tempo demais nas catacumbas. Perseguidos, estigmatizados, envergonhados, cabe-lhes assumir a iniciativa do debate intelectual.
Não é suficiente para Dawkins que se declarem "agnósticos" -e, na discussão desse termo, localiza-se talvez o ponto mais incisivo e original de sua argumentação. Um agnóstico, explica o autor, considera impossível responder se Deus existe ou não. Seja porque não surgiram até hoje provas convincentes de sua existência, seja porque essas provas seriam a rigor impossíveis de obter.
Improbabilidades
Com efeito, pelo menos desde Kant (1724-1804), uma série de supostas "provas racionais" da existência de Deus mostrou-se incapaz de resistir a um exame rigoroso; Dawkins dedica um capítulo de seu livro a um sumário e feroz resumo desses debates.
A posição agnóstica não basta, contudo, para Dawkins. O cientista agnóstico se contenta em deixar a questão sobre a existência de Deus no campo das coisas que não lhe dizem respeito. "Deus, um delírio" apresenta um argumento destinado a lançar a existência de Deus no campo das improbabilidades quase absolutas.
Um dos argumentos preferidos pelos criacionistas é o de que o acaso, por si só, não seria capaz de produzir coisas tão complexas quanto um olho humano ou a asa de uma borboleta. O surgimento de tais maravilhas a partir do acaso seria tão improvável, dizem os criacionistas, quanto imaginar que um furacão, passando por cima de um ferro-velho, montasse peça por peça um Boeing 747.
Dawkins refuta a tese de modo convincente. Asas de borboleta e olhos humanos não surgem "prontos" na natureza, a partir de uma combinação aleatória de moléculas. Os darwinistas não acreditam que tais coisas nasceram por acaso, e sim da seleção natural. Mostram como organismos complexos evoluíram, pouco a pouco, a partir de formas de vida muito simples. E isso, diz o autor, é muito mais provável do que imaginar um "criador inteligente". Pois para projetar um Boeing é preciso ser um bocado mais complexo do que um Boeing. E, para repetir uma objeção clássica à idéia de Deus, fica a pergunta: "Quem teria criado o criador?" Um outro ser, ainda mais complexo do que ele?
Com boa variedade de exemplos e clareza expositiva, "Deus, um delírio" teria tudo para fazer a alegria de espíritos céticos ou ateus, como o deste resenhista. Mas o que sobra a Dawkins de inteligência científica parece lhe faltar de inteligência emocional. Há mais exasperação do que ironia, mais precipitação do que serenidade, no modo com que ele encaminha a discussão. Dawkins consegue chocar profundamente, com piadas brutais, algumas sensibilidades religiosas, sem ganhar a simpatia dos que concordam com seu ponto de vista.
Foi-se o tempo em que filósofos descrentes podiam brincar, com superioridade anglo-saxônica, a respeito de crendices religiosas. As diversas citações de Bertrand Russell, de H. L. Mencken e mesmo de Woody Allen, que volta e meia aparecem em "Deus, um Delírio", são como que deliciosos remanescentes de outra era geológica, em que a ciência não se sentia tão acuada e perseguida. Criticava-se com verve e paz de espírito; este panfleto evolucionista, embora sólido cientificamente, parece debater-se e gesticular como uma fera aprisionada em sua jaula. Mas vale a pena ouvir seus urros: neles está, ai de nós, a voz da Razão.
Depois de tanto tempo volto a escrever nesse blog que andava meio abandonado... Esse blog foi criado para homenagear uma certa criatura a algum tempo ... e novamente ele volta a ser usado com a finalidade para a qual foi criado ( Homenagear ) a criatura no caso eh o representante mor de uma pequena burguesia estupida que temos em nosso pais e como essa criatura representa tão bem essa gente toda.
Se você quer saber como sera nosso pais daqui a alguns anos e so ver o que temos hoje em casa. E o que temos hoje em casa ...?
Pessoas estupidas ! Moleques que precisam provar a todos que mandam ( como todo moleque ) ...
Decidi entao nao perder tempo com esse tipo de gente quem se relaciona com estupidos estupido é ! Vou usar meu tempo para fazer o que eu gosto de fazer ( ganhar dinheiro ) isso sim coisa que me da tesao ...

Simplesmente sensacionais os novos tres-bala japoneses nao ha outras palavras para descrever o que vem por ai
Fastec360 a nova geracao dos shinkansen com suas "orelhas de gato" um sistema que eh acionado no caso de uma parada de emergencia





E novo Linear Express o novo megalev japones ainda em fase de testes, e ja em construcao a nova linha ligando Tokyo ate Osaka
modelo MLX01


modelo MLX01-901


Bem... como sempre na correria e quando sobra um tempinho aproveito para ver meus sites favoritos ... mas ando desanimado perdi a vontade de entrar em certos sites que gosto por culta de pessoas chatinhas e burrinhas e aborrecentes nonsense, mas tudo bem ...bola pra frente azar deles ...
Como sempre antenado nas novidades adoro arquitetura e tecnologia quando as duas estao juntas então...nem se fala
Faz tempo que nao vou a Nagoia na provincia de Aichi a cidade esta crescendo muito e algumas coisas achei muitos interessantes
Novos edificios integrados as estacao central de Nagoia

Casas em estilo japones e modernas


A cidade que nao tinha grandes edificios comeca a ganhar ares de metropole como esse projeto

Como toda cidade media ja tem seu domo

O porto de Nagoia com os polemicos arcos construidos a muito tempo que provavelmente foram inspiracao para a ponte JK em Brasilia

O parque central da cidade com sua torre ja antiga


e a parte nova do parque

E seus novos edificios tao estranhos aos olhos ocidentais

Para lembrar os 452 anos de SP alguns arquitetos dao suas opinioes :
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff2501200629.htm
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff2501200630.htm
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff2501200631.htm
Depois de anos de neoclássicos finalmente o mercado esta saturado, agora que SP parece um parque temático
com essas construções patéticas que tanto agradam os novos ricos sem cultura mas com $$$.
Eis porque esse estilo é adotado por boa parte das construtoras, pq é mais barato ....veja matéria na folha ...
Depois de ver esses maravilhosos domos e estadios o que dizer de nossos estadios podres caindo aos pedaços...?
E tem gente que se gaba desse lixo que o Brasil tem...
Sapporo Dome (fist mobile stadium in FIFA world cup history )

Miyagi Stadium 
Niigata Stadium
Kashima Stadium
Saitama Stadium (used for the semi-final of FIFA 2002)
Yokohama International Stadium, now renamed 'Nissan Stadium'. (one of the biggest football stadiums in Asia, and known for the final match of 2002 FIFA World Cup)
Ecopa Shizuoka Stadium 
Osaka Nagai Stadium
Kobe Wing Stadium (adjustable dome stadium)

Oita Dome (detachable roof. first dome stadium used in FAFA world cup)




















Multi-purpose Domes (tennis, cycle race, auto race, ice-hocky, etc.)
Sapporo Community Dome
Komatsu Dome
Amagi Dome
Nagahama Dome
Dome Fukui
Kitakyushu Dome
Kitakyushu Media Dome
Kumagaya Dome
Sasara Dome
Hakuryu Dome
Namihaya Dome
Odate Dome
Maebashi Dome













































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Japão, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese, Meu passatempo é viver !
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